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Banda Sinfônica do CBMERJ

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História

História da Banda Sinfônica
Tudo começou quando o Ten. Cel. Eugênio Rodrigues Jardim, que comandava interinamente o Corpo de Bombeiros, solicitou em 27 de outubro de 1896, ao então Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Dr. Alberto Torres, autorização para criar uma Banda de Música, atendendo a um antigo desejo de Oficiais e Praças da Corporação. O pedido dava existência efetiva a uma instituição musical cujo destino histórico iria ligar-se indelevelmente à vida cultural da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. A resposta do ministro foi imediata. No dia 30 de outubro de 1896, a proposta era atendida, mas com a ressalva de não acarretar "ônus para os Cofres Públicos". Na mesma presteza da correspondência oficial, o Maestro Anacleto Augusto de Medeiros foi convidado para organizar e dirigir o novo conjunto musical. Anacleto de Medeiros era compositor, professor e regente, formado em clarineta pelo conservatório Nacional de Música em 14 de dezembro de 1886, hoje Escola de Música da UFRJ.

Instrumentos

Madeiras

Clarinete

O Clarinete é constituído de um cilindro com orifícios, chaves que controlam o fluxo de ar que sai pelos orifícios, uma palheta, a boquilha por onde o músico sopra e uma campana na extremidade oposta. Existem variados tipos de clarinetes, com alcances sonoros dos mais diversos, possuindo três registros: grave (dramático), médio (expressivo) e agudo (estridente). Entre os instrumentos de sopro, foi o último a ser incorporado na formação orquestral.


Clarone

Assim como o Clarinete, o Clarone é um instrumento de sopro que se vale de uma palheta para produzir som. No entanto, o Clarone é duas vezes maior, e tem em sua estrutura uma boquilha mais extensa. Além disso, tem a extremidade oposta do instrumento, por onde sai o som, chamado de tudel, que, além de maior, é curvo. O som do Clarone é mais grave que o do Clarinete. Também é conhecido como Clarinete baixo.


Fagote

"Fagote", em italiano e alemão, significa "feixe de varetas", pois o instrumento é dobrado contra si mesmo. Inventado pelo cônego Afranio Albanese em 1525 na cidade de Ferrara, Itália, o Fagote foi incorporado na orquestra no início do século XVII. Sua principal característica é a presença de uma palheta dupla acoplada ao bocal. Possui um timbre grave, por vezes um tanto sombrio.


Flauta

O mecanismo de produção sonora da Flauta é, teoricamente, muito simples. Um cilindro pelo qual o ar soprado pelo músico vibra, sendo a variação das notas controlada através de um maior ou menor fluxo de ar saindo por buracos no corpo do instrumento. Assim funcionavam as primeiras flautas, feitas de madeira já no final do século XVIII. Hoje, o instrumento é feito de metal, e os “buracos” são controlados por chaves que aperfeiçoam a técnica.


Flautim

Com um tamanho bastante reduzido, quase metade da Flauta, o Flautim possui o som mais agudo da orquestra. Com o mesmo mecanismo da Flauta, tem pequena distância entre as chaves, o que o torna de difícil execução. Foi introduzido na orquestra no século XVIII, sendo utilizado apenas um Flautim.


Oboé

Com um formato ligeiramente cônico, o tamanho do Oboé é próximo ao do Clarinete. Seu funcionamento, porém, é diferente, pois possui 25 buracos com chaves que, ao serem pressionadas, alteram o fluxo do ar que vibra uma palheta dupla acoplada ao instrumento. A vibração dessa palheta produz o som do Oboé, que se caracteriza por um timbre delicado.
Metais

Trompete

O som do Trompete, assim como o dos demais instrumentos de sopro, consiste na vibração do ar ao longo de um percurso cilíndrico. Nesse caso específico o Trompete, feito de metal, possui válvulas que variam o tamanho do trajeto do ar entre o bocal e a campana, orifício por onde sai o som. Uma grande variedade de modelos de Trompete amplia as possibilidades de timbre e afinação, sendo o seu som é o mais estridente entre os Metais.

Trombone

A palavra "Trombone" vem do italiano e significa "trompete grande". O instrumento emite sons diferentes ao aumentar ou diminuir a distância pela qual percorre o ar dentro de um cilindro metálico. A diferença fica por conta do mecanismo utilizado. Abrindo mão das válvulas pressionadas, o Trombone possui uma vara móvel que desliza, aumentando o tamanho do tubo que assim define a nota tocada. Em seu formato medieval, o Trombone era conhecido por "sackbut", palavra de origem francesa que, ao pé da letra, significa "puxa e empurra".

Tuba

maior e mais grave instrumento dos Metais, a Tuba segue à risca o mecanismo do Trompete para produzir o som, mas, ao contrário deste e dos demais instrumentos da família, é tocado na vertical. O ar, soprado pelo bocal, atravessa um tubo metálico até a campana, produzindo som a partir da vibração nesse percurso. Válvulas pressionadas pelo músico desviam o ar por tubos alternativos, aumentando ou diminuindo o trajeto do som e a altura da nota tocada.A Tuba é o membro mais jovem da família dos Metais - foi inventada apenas no ano de 1820.

Trompa

A Trompa consiste em um tubo metálico em formato de mangueira, com voltas em torno do próprio centro, por onde passa o ar que produz o som. No centro, tubos adicionais modificam a distância percorrida pelo ar, alterando também a nota produzida.Para alcançar essa diferença de notas, o artista deve controlar perfeitamente o solfejo, a coordenação de três chaves, responsáveis pela alternância dos tubos, e o fluxo de ar que sai da Trompa, através da mão direita alocada na campana (ponta externa por onde sai o som). Por isso, é considerado um dos instrumentos mais complexos de ser tocado em uma orquestra.

Bombardino

Tal como toda a família das saxotrompas, o barítono tem como base a trompa de postilhão, à qual foi adicionada um sistema de pistões. A invenção das válvulas/pistões, atribuída a Heinrick Stozel e a Friederich Blushmel, por volta de 1815, revolucionou o design dos metais. O sitema de válvulas foi um sucesso pois facilitou na afinação e na extensão do instrumento. Este sistema foi utilizado pela primeira vez em 1623 no tenorbasshorn que era uma trompa idêntica ao eufónio. Entre 1842 e 1845 Adolph Sax produz a família das saxtrompas. Estes instrumentos de válvulas compreendem, entre outros, a saxotrompa barítona ou barítono (baritone saxhorn) em Si b e a saxotrompa baixo (bass saxhorn) em Mi b.
Cordas

Contrabaixo Acústico

Com arquitetura semelhante à do Violoncelo, Viola e Violino, o Contrabaixo é o maior instrumento do grupo, medindo quase dois metros de altura. Pertencente à família das Cordas na orquestra, produz um som grave obtido pela fricção de um arco, feito de madeira e crina de cavalo, junto às quatro cordas, afinadas em Mi, Lá, Ré e Sol, ou simplesmente pinçando-as com os dedos.
Percussão

Timpano

É o único tambor da orquestra que produz notas de altura definida. A membrana do Tímpano, de couro de bezerro ou plástico, é esticada sobre uma bacia de cobre. A tensão dessa membrana é regulada através de parafusos presos ao redor da borda, que, por sua vez, são reguladas por meio de um pedal. A medida que a tensão dessa membrana aumenta, as notas vão ficando mais agudas, e, ao afrouxar, mais graves.

Bumbo

O Bumbo pode ter uma ou duas membranas presas por parafusos, sendo esses regulados a fim de se obter uma melhor ressonância, já que as notas produzidas pelo instrumento não têm uma altura definida. É um instrumento dinâmico, pois, se tocado suavemente, é percebido e ouvido, mais do que sentido, no entanto, se tocado vigorosamente, torna-se eletrizante. Pode ser percutido tanto com baquetas (almofadadas ou duras), quanto com vassourinhas de metal.

Caixa clara

Possui duas membranas: a superior, que é percutida, e a inferior, que entra em contato com a esteira, formada por segmentos de arame ou tripa esticados ao longo da membrana. A primeira geralmente é acionada por baquetas duras, que fazem com que a esteira vibre contra a segunda, produzindo assim um som claro e energético.

Prato de Choque

Os Pratos de ataque, também conhecidos como Crash, são feitos de uma liga de metal. Ao serem golpeados um contra o outro, produzem um som cortante. Também é possível atritá-los delicadamente ou agitá-los de forma a produzir um "rufo de dois pratos". Geralmente são percutidos em dois tons: Germânico ou Wagneriano, mais pesado, e Viena, mais leve. Há ainda um terceiro e mais raro tom conhecido como "Franch", que é mais leve ainda que o Viena.

Vibrafone

Tem o mesmo princípio de funcionamento do Xilofone e do Metalofone. O percussionista toca nas placas de aço com baquetas, por sua vez, embaixo de cada placa há um tubo afinado com a mesma nota da placa que faz com que o som ressoe. O curioso é que dentro de cada tubo existe um ventilador acionado por motor elétrico, que concede ao instrumento um timbre doce, de vibrato único.

Marimba

A Marimba possui teclas de madeira que ao serem tocadas pelas baquetas, geralmente revertidas de lã ou feltro, produzem um som doce. É similar ao Xilofone, mas com ressonador e com mais amplo e menor alcance tonal. O instrumento tem origem na África e sua versão cromática (a primeira era diatônica) foi concebida na América Central..